25 de agosto de 2019

Clube do Livro Saraiva - Esquenta Bienal


Nesse fim de semana rolou mais uma edição do Clube do Livro Saraiva RJ.  O evento foi quente em novidades, pois foi um aquecimento para a Bienal do Livro, que ocorre no Rio Centro de 30 de agosto a 08 de setembro e está recheada de autores fantásticos e palestras bacanas.

No evento tivemos a oportunidade de compartilhar as nossas expectativas e quais autores gostaríamos de enconttarde,  alguns nomes dessa lista foram: Sofia Silva, Carina Rissi,  Thabita Rebouças, Marc Levy,  FML Peppers,  Babi Dewet. Na minha lista se destacam: Akapoeta, FML Peppers,  Carina Rissi, Aimee Oliveira, Pedro Bandeira,  Janda Montenegro, entre outros. Estou bastante animada para visitar a feira e viver momentos inesquecíveis. 

A apresentadora do Clube, Frini, trouxe vários livros e temas que serão abordados na Bienal de um jeito especial e empolgante. Foram abordados livros jovens, outros sobre autoconhecimento e até fantasias. Dentre os quais quero começar destacando: "Pare de se odiar" e "Corajosa sim,perfeita não " que foram escritosolicitados por duas mulheres sensacionais que aprenderam com as adversidades a crescer e a encontrar o seu camindo.  A força dessas mulheres serviu de inspiração  e motivação para as escolhas que eu farei daqui pra frente e com certeza eu já coloquei os livros na minha lista de compras. Outro autor que estará no evento será o Braulio Bessa, o qual já lançou alguns livros e chamou a minha atenção pelo modo como ele conta suas histórias e o livro abordado no clube foi o "Recomece". É um ótimo livro para presentear quem está em busca de se conhecer melhor e até mesmo em busca de um recomeço na vida. Depois desses,  destaco ainda a Padaria dos Finais Felizes, que é da série romances de hoje da arqueiro e a Chama de Ember,  que trás a história do cavaleiro sem cabeça e várias outras coisas sobre o Halloween. As autoras desses dois últimos não estarão na Bienal, mas são ótimas dicas para levarmos para casa durante o evento.

Para encerrar o post deixo algumas dicas importantes para aventurar-se no uinverso de livros que é a Bienal:

1. Use roupas confortáveis,  vá de tênis. O espaço onde acontece o evento é muito grande e por vezes passamos o dia explotando a feira, devemos estar confortaveis para aproveitar ao máximo. 
2. Leve mochila, ecobag ou mochila de rodinha para carregar os livros que você comprar. Não esqueça de ter cuidado ao carregar sua mala de rodinha com os pés de outros visitantes da feira.
3. Programe-se. Escolha com antecedência os dias que você vai a feira, veja as palestras que té interessam e os autores que você quer autografo. Isso faz toda diferença na hora de aproveitar o evento e te ajuda a não perder nenhum momento importante.
4. Informe-se sobre o ônibus que você irá pegar para chegar ao evento. Veja os locais de embarque e as rotas para não se perder a caminho da feira.
5. Chegue com um pouco de ante cedência as palestras, assim você entra com calma, se informa sobre as senhas e tem uma experiência melhor e mais confortável no evento. 
6. Divirta-se e aproveite ao máximo a Bienal. 
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26 de abril de 2018

[Série] Riverdale

Comecei assistindo Riverdale por curiosidade, e não fui pega de jeito pelo primeiro capítulo, até por que acaba mostrando o corpo de Jason Blossom morto, o que me deixou um tanto nervosa e com medo de ver outras coisas que não me agradam. Então demorei quase uma semana para pegar novamente na série e continuar assistindo, pois eu havia gostado dos protagonistas Archie (K. J. Apa), Betty (Lili Reinhart), Veronica (Camila Mendes), Jughead (Cole Sprouse) e Kevin Keller (Casey Colt) , e queria saber como eles se desenvolveriam, se a amizade deles iria continuar, e por fim que outros mistérios se escondem na "segura" Riverdale.

A série conta a vida da cidade depois da grande perda de um dos seus mais notórios membros, que é cercada de mistério e fatos sem explicação, que levam os protagonistas a se questionar sobre suas famílias e os aspectos que envolvem esse crime. Enquanto vão as investigações da polícia e de Betty e Jughead se desenvolvem acompanhamos Archie tentando se encontrar na música, dividido entre suas duas paixões, Veronica tendo que lidar com os problemas familiares causados pelos crimes que seu pai cometeu, Betty tentando reencontrar a irmã em meio ao caos, e Jughead tendo que lidar com um pai alcóolatra e membro das Serpentes do Sul, Kevin é o filho do Chefe da polícia na cidade e homossexual e tem que lidar com os problemas dos amigos enquanto se mete com eles nas maiores encrencas para desvendar os mistérios que envolvem a cidade.

A série vai se desenvolvendo em torno desses personagens, sua angústia, crescimento, e os mistérios que estão por trás das aparências na cidade. O desenvolvimento dos capítulos sempre deixa perguntas e quem está assistindo fica mais curioso para assistir mais e tirar as máscaras que se escondem atrás da aparência de família perfeita, do negócio de sucesso dos Blossoms, e o lado sombrio de alguns personagens. 

Numa trama muito bem desenvolvida acompanhamos e sofremos junto com os personagens, sendo que o meu favorito é o Jughead, pois ele é um sobrevivente as adversidades da vida e ainda sim se encontra na escrita uma fuga e um talento para escrever um romance sobre o assassinato de Jason. Ele também enfrentará seus medos, fantasmas e inseguranças conforme seu personagem se desenvolve e ganha mais destaque na série, espero ver muito mais dele na próxima temporada. O personagem também passará momentos de embate com seu pai, pois tem esperança de que ele se torne uma pessoa melhor, entretanto alguns fatos irão estremecer essa relação e uma possível aproximação entre os dois, quero ver mais dessa relação nas próximas temporadas. O pai de Jughead, é uma serpente do sul e levou uma vida de erros, os quais ele não deseja que o filho cometa, apesar de todas as falhas do personagem como pessoa ele ainda acredita que Jug possa ter um destino diferente e melhor que o dele, e também tem esperança que um dia esse futuro seja possível para ele. Uma curiosidade sobre esse personagem é que na HQ que inspirou a série ele usava uma coroa na cabeça, que na versão da tv foi substituída por uma touca que complementa a personalidade do personagem. 


A série também contém personagens emblemáticos e importantes para o seu desenvolvimento, como Cheryl Blossom (Madeilaine Petsch) e seus pais, a perfeita McGoy, Josie e as gatinhas, os Coppers, os Serpentes do Sul, que compõe os segredos e mistérios além do crime sem solução na primeira temporada. Cheryl Blossom tem uma personalidade única e meio assustadora em certo ponto, suspeito que ela ainda trará mais surpresas nas próximas temporadas, pois seu final nessa primeira temporada foi surpreendente e chocante para mim. A prefeita McGoy tenta manter a cidade limpa dos criminosos durante o seu trabalho, cuidar e incentivar a carreira da filha no grupo Josie e as gatinhas, e resolver certos problemas da cidade com atitudes controversas. Josie e as gatinhas são um símbolo da música na cidade e estão se dedicando ao máximo para trilhar o seu caminho para o sucesso, Josie sofre uma grande pressão por que seu pai é músico e exige que ela faça o seu melhor, o que acaba deixando a garota com uma aparência durona por fora, mas que tem medo de decepcionar os pai, principalmente, mas com o passar do tempo ela vê que pode ter o apoio das suas companheiras de banda para superar suas dificuldades.


Vale a pena assistir a Riverdale e conferir como as tramas e vidas nessa cidade, não tão pacata, e agora não tão inocente vão se desenvolvendo e desenrolando. O bom que o grande mistério da série se resolve na primeira temporada, e pelo visto novos mistérios vão surgir nas próximas temporadas. A princípio não é uma série que vamos ter que sofrer temporadas e temporadas sem resposta para os problemas que aparecem  na vida desses jovens.
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24 de abril de 2018

[Sessão Pipoca] De repente 30

Título: De repente 30
Diretor: Gary Winick
Elenco: Jennifer Garner, Mark Ruffalo, Judy Greer, Andy Serkis,...
Distribuidor: Columbia Pictures do Brasil

Não vou contar aqui quantas vezes eu já assisti esse filme, mas foram várias e ele já se tornou um clássico na minha lista de filmes assistidos. O filme contém a dose de comédia e romance na medida para proporcionar uma noite muito alegre e divertida. Somos apresentados a uma garota de treze anos, Jenna, e seu maior sonho é ser popular e entrar para o grupo das seis gatinhas, porém ele é estragado no dia do seu aniversário quando essas mesmas meninas aproveitam-se dela para que ela fizesse um trabalho do colégio, frustrada ela se tranca no armário e deseja ter 30 anos a idade do sucesso, e quando ela acorda ela está no auge da sua carreira, tem sucesso, e todos os seus sonhos foram realizados, mas é ai que começam os problemas que ela terá de enfrentar.

Jenna tem que se adaptar a sua nova vida e descobrir o que aconteceu para ela chegar a esse ponto da vida, pois ela é uma menina de treze anos presa num corpo de trinta, o que vai render algumas cenas bem engraçadas e alguns problemas de maturidade durante o desenrolar da história. No filme acompanhamos Jenna descobrindo como se tornou uma pessoa má e arrogante, enquanto ela tenta transformar o seu presente e se tornar uma pessoa melhor.

Durante o desenvolvimento da história Jenna acaba descobrindo quem são seus verdadeiros amigos, e que nem sempre tudo que se sonha é o que parece ser, ela acaba descobrindo que precisará seguir por um novo caminho para sobreviver e para alcançar seus objetivos já que sua "melhor amiga" está fazendo as coisas pelas suas costas e não se importa com ela. Jenna passa por uma total reavaliação de seus valores enquanto tem que enfrentar os problemas da revista em que trabalha, quando tem que descobrir quem realmente ela é e finalmente tem a difícil missão de crescer e conviver com seus erros e acertos, o que não é nada fácil, nem no filme e muito menos na vida real.

Claro que ela passa por tudo isso com pitadas de humor em alguns momentos, como na minha cena favorita do filme em que ela salva a festa da revista com Thriller num momento épico com a ajuda de seu amigo Matt, que depois ainda irá ajuda-la a reconstruir sua revista sendo seu fotógrafo e bom ouvinte nas horas vagas. Ambos começam a se reconectar e ela a ajuda lembrar de suas conquistas da vida e como ela acabou se afastando de seus valores iniciais e por consequência se afastando da família e amigos mais próximos.

É uma comédia romântica que faz a gente refletir sobre as escolhas da vida e aquilo que é importante, os nossos valores e aonde vamos chegar com as escolhas que fazemos ao longo da vida. É real e encantador o modo como o filme se desenvolve e a protagonista da nossa história floresce em meio aos obstáculos que aparecem. Vale muito a pena assistir a esse filme.
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23 de abril de 2018

[Especial] Dia mundial do Livro


Livros são meus eternos companheiros nas horas vagas, sempre carrego um na bolsa para aqueles minutos em que não temos companhia no ônibus ou no metro, ou aquela sala de espera de algum serviço ou médico. As páginas de um livro são responsáveis por viagens a mundos fantásticos, podem nos levar a um autodescobrimento, apresentar novos significados, trazer esperanças ou um romance de encantar nossos corações, apresentar uma protagonista que luta pelos seus ideias, e tanta outra infinidades de universos que podem preencher com histórias ou poesias uma narrativa literária. 

Em comemoração ao dia mundial do livro, que também é dia de São Jorge, resolvi fazer uma lista com os 10 livros que mais marcaram a minha vida enquanto leitora, e falar um pouco do significado de cada e seus momentos para mim.

1- Dom Casmurro: Me fascina o modo como a narrativa se desenvolve pelo ponto de vista do narrador/protagonista e como somos levados única e exclusivamente por esse ponto de vista, o narrador envolve o seu leitor e chama a sua atenção para certos pontos que ele quer ressaltar na história. Sem dúvida uma obra excepcional de Machado de Assis, que foi muito bem desenvolvida e que podemos colocar em dúvida as questões apresentadas pelo narrador por que a obra é narrada em primeira pessoa. 



2- A droga da obediência: Conheci a turma dos Karas no colégio e desde então me tornei fã de Pedro Bandeira, e minhas habilidades de investigação ficaram mais aguçadas após a leitura dos livros dessa turma do barulho. São histórias que eu sempre levarei com carinho dentro do meu coração, pois me ensinaram muito e me fizeram companhia na biblioteca do colégio apresentando-me a cada livro um novo mistério a ser solucionado pelos Karas, o avesso dos coroas e o contrário dos caretas.

3-  O pequeno príncipe: "Tu te tornarás eternamente responsável por aquilo que cativas". Esse foi um dos primeiro livros que ganhei, lembro que estava na primeira ou segunda série quando o ganhei. Desde então já o li e reli em vários momentos da vida e a cada leitura sinto que descubro algo novo, sempre sinto algo diferente quando pego a história do pequeno príncipe perdido em um planeta desconhecido. Sou fascinada pelas citações e pela linda mensagem que cada uma dela possui dentro de si, recomendo que todos leiam esse livro pelo menos uma vez na vida.

4- Por lugares incríveis: Esse livro aborda o universo adolescente e dois jovens com problemas: Finch e Violet, respectivamente enfrentando a bipolaridade e depressão, quando essas não se confundem no primeiro caso. Através de uma história envolvente vamos nos envolvendo com os personagens e com os seus problemas, vemos que o bullying pode influenciar na vida de uma pessoa, vemos como os personagens conseguem crescer e melhorar com a ajuda um do outro, e também nos é revelado que a vida as vezes é breve e temos que viver os momentos que temos da melhor forma possível. Se você quiser saber mais sobre essa história pode conferir a resenha do livro clicando aqui.


5- A culpa é das estrelas: Somos apresentados por John Green a personagens excepcionais, e eu gostaria de tê-los conhecido antes. Hazel e Gus ficaram marcados dentro do meu coração num lugar especial. O autor conseguiu transmitir através da sua obra fé, esperança, vida, amor, alegria, sonhos com uma sensibilidade extraordinária. A cada página acompanhei Hazel e Gus, desde o piquenique no parque, os sonhos compartilhados, a viagem para Amsterdã, os impedimentos e benefícios que a doença causa aos jovens narrados de modo que me levou a refletir sobre a vida. Muitas vezes estamos saudáveis e nem damos valor, enquanto outros lutam para viver alguns dias ou meses, e nos no nosso mundo limitado não prestamos atenção as realidades diferentes das nossas. Confira a resenha

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19 de abril de 2018

Leio por que gosto!

Estava refletindo sobre como é meu estilo de leitura e os motivos que me levaram a ler, por que nem sempre fui uma leitora voraz, quando adolescente lia basicamente os livros da escola e na sétima/oitava série fugi a essa regra quando ia durante o recreio para a biblioteca ler Pedro Bandeira. Ali, naquele momento, já estava surgindo uma pequena leitora que viria a se desenvolver mais tarde. Conforme cresci continuei gostando de ler, fossem clássicos ou livros contemporâneos, claro que nem sempre gostando de todos, mas me esforçando para compreender o que cada livro poderia me trazer de conhecimento. Também fui apurando meu gosto em temas que me agradam, assuntos relevantes como feminismo, depressão, ansiedade, amor próprio, padrões estéticos, entre outros temas que desejo abordar futuramente aqui no blog.

Meu hábito de leitura foi crescendo conforme eu entrei para faculdade, de letras, e por tabela muitos textos teóricos e livros clássicos me foram apresentados ou reapresentados nas disciplinas que eu cursava. Lia por estudo,e lia por prazer, e por prazer eu comecei minha coleção com Charlotte Street e me encantei com Londres, com a jornada do protagonista em uma viagem excepcional para encontrar a garota da câmera descartável, e agora estou nostálgica com essa história, pois faz algum tempo que não revisito às páginas desse livro fantástico que me impulsionou a procurar mais livros.

Nessa época estouravam os livros eróticos e eu descobri E.L. James e Sylvia Day, a segunda eu tive oportunidade de ir a duas sessões de autógrafos e foi muito simpática com os leitores, foi incrível conhecer a autora e poder conversar alguns minutos com ela sobre os livros. Foi a descoberta de um gênero novo que chegou quebrando tabus e preconceitos literários com o pé na porta, e até hoje gosto de ler romances do estilo, mas no momento não tenho lido tanto como no começo. Também encontrei-me com outro tipo de romance que foram as narrativas de Nicholas Sparks, que apesar de sempre ter algum fator triste ou morte, possui uma linda mensagem de amor e sacrifício na sua narrativa, e ele não poderia faltar na minha lista de leituras iniciais, quando me refiro aos primeiros livros que comprei sem ninguém me obrigar.

Entrei num caminho sem volta após as primeiras buscas na internet e a descoberta das promoções online, meu meio favorito de compra, quanto maior o desconto melhor, até por que não tenho condições de gastar rios de dinheiro em livros, por mais que as vezes tenha essa vontade tenho de me ater a realidade dos fatos. Mergulhei de cabeça em romances, distopias, fantasias, suspenses, romances históricos, clássicos da literatura nacional, crônicas, fantasias, chick-lit, Young adult, new adult e tantos outros gêneros que me trouxeram histórias emocionantes, cativantes, envolventes, e novas descobertas literárias. 

Outro universo que também conheci por meio dos livros foi o dos eventos literários, esses abriram meu leque de discussão e de leituras, me ajudaram a rever conceitos e quebrar paradigmas, aprendi também a sair da zona de conforto e me desafiar enquanto leitora a ler livros que antes eu só não leria como não teria tido a oportunidade de conhecer se não fosse a troca nos eventos, e a troca entre amigos que esses eventos me trouxeram. Ou seja a literatura acrescentou mais movimento, cor, e pensamentos a minha existência junto a pessoas que possuem gostos similares ou opostos, mas que respeitam umas as outras nas opiniões diversas.

Sendo levada para Zyrk ... Tchau pessoal :P


Eu enquanto leitora, no passar dos últimos anos, tenho buscado mais conhecimento e aprendizado enquanto leio. Estou começando a mergulhar em áreas diferentes e novas da literatura e estou com o frio na barriga quanto a isso, em breve darei mais detalhes aqui na página, mas meu pressentimento é de que será muito benéfico para o meu crescimento pessoal e arrisco dizer que até profissional. Sinto que tenho muitas mensagens não só como leitora a passar e trocar com os leitores aqui do blog e não estava dedicando-me a isso com carinho, e está na hora de fazer isso. Aprendi muito com a leitura e quero compartilhar ainda mais conteúdo e ideias nesse meu espaço, e para isso vou me dedicar a me aprofundar em certos temas para trazer novos diálogos ao blog. Continuarei lendo por prazer, continuarei lendo meus romances açucarados e me divertindo com meus chick-lits, mas o universo literário é tão vasto que eu quero explorá-lo da melhor forma possível.

A minha meta para esse ano não é ler o máximo de livros que eu puder no menor tempo, até por que eu não curto esse tipo de atividades a longo prazo, por que fica cansativo e eu não aproveito o livro como gostaria. Nesse ano já foram sete livros lidos e aproveitando ao máximo a experiência que cada livro me trouxe, descobri que gosto de romance policial e estou com vontade de procurar novos livros do gênero para desvendar, graças ao livro Melodia Mortal, de Pedro bandeira. Caminhei pelo passado de Goiás e a vida no campo de forma poética com Cora Coralina, encontrei em Lugares Incríveis histórias sobre depressão e superação em personagens impactantes, e navegarei ainda por outros livros e caminhos que a literatura me trará. Concluindo, quero fazer minhas leituras com calma e tranquilidade, sentindo cada virada de página seja como um furação, seja como uma brisa doce e suave, quero me conectar cada vez mais com aquilo que estou lendo e ler por que é o que eu mais gosto de fazer no meu tempo livre.
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18 de abril de 2018

Clube do livro Saraiva: Pequenas Narrativas

Na edição de abril do Clube foram abordadas pequenas narrativas e foram apresentadas crônicas, poesias, e outros textos de narrativas curtas. Achei sensacional o formato utilizado nessa edição, na qual foram lidos trechos de alguns livros que foram comentados. A atividade trouxe uma dinâmica diferente e outros diálogos, sem falar que me deixou com uma vontade imensa de levar quase todos os livros para casa, o que eu não fiz por que eu voltei para realidade e o meu orçamento não permitia essa extravagância.

Voltando ao tema do clube: podemos dizer que pequenas narrativas são formadas por textos curtos, não necessariamente formam uma história com inicio, meio, e fim, mas que por vezes escondem mensagens profundas em poucas palavras. Após esse evento a minha vontade por descobrir mais livros que compreendam essas atividades só cresceu, é incrível a capacidade de um autor dizer tanto em pouco espaço e de fazer com que o seu leitor seja tocado com o que ele escreveu. Afinal um dos grandes baratos da leitura é quando acontece uma identificação entre o leitor e o que ele esta lendo, seja por afinidade, por situações idênticas, seja por que trouxe recordações, é fantástico poder se encontrar envolvido na leitura e deixar-se envolver.



















Dentre os livros abordados irei citar alguns que me chamaram atenção e mais abaixo vocês poderão ver alguns trechos do que aconteceu durante o evento. A abertura se deu com o a leitura de um trecho do livro Sou fã e agora que falava sobre os sentimentos do leitor enquanto lê um livro. Adoro esse livro, já li o meu e me diverti muito respondendo as partes interativas do livro. É um livro maravilhoso para quem é fã de livros, de música, e de outras coisas. 

Foram abordados alguns livros de poesia como: Outros jeitos de usar a boca, O que o sol faz com as flores, A princesa salva a si mesmo nesse livro, A bruxa não vai para a fogueira nesse livro, entre outros. Esses me chamaram mais atenção pela temática abordada e o livro da princesa está nos meus desejados desde que ele foi apresentado no clube. Vale a pena conferir os vídeos abaixo falando sobre esses livros e conferir mais detalhes sobre essas poesias que me tocaram o coração.



Outros livros abordados foram Um dia ainda vamos rir de tudo isso, Trago seu amor de volta sem cobrar nada e o livro dos ressignificados. Foi um evento muito envolvente, que teve a participação de vários leitores comentando a todo momento e rolou uma troca bacana de experiências e assuntos abordados nos livros. Um dos trechos lidos do Livro dos ressignificados me deixou arrepiada pois eu já senti esse mesmo tipo de ansiedade descrita pelo autor do texto, e foi incrível. Estou lendo o livro agora e ficando fascinada com a escrita desse jovem autor e o modo como ele me faz refletir a cada página, a cada novo significado. Curti muito estar em mais uma edição do clube e aproveitar esse momento de reunião entre livros e amigos, duas coisas maravilhosas da vida. 
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15 de abril de 2018

Resenha: Belo desastre

Título: Belo desastre
Autora: Jami McGuire
Sinopse: Abby Abernathy é uma boa garota. Ela não bebe nem fala palavrão, e tem a quantidade apropriada de cardigãs no guarda-roupa. Abby acredita que seu passado sombrio está bem distante, mas, quando se muda para uma nova cidade com America, sua melhor amiga, para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy da universidade.
Travis Maddox, com seu abdômen definido e seus braços tatuados, é exatamente o que Abby precisa e deseja evitar. Ele passa as noites ganhando dinheiro em um clube da luta e os dias seduzindo as garotas da faculdade. Intrigado com a resistência de Abby ao seu charme, Travis a atrai com uma aposta. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento dele pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, Travis nem imagina que finalmente encontrou uma adversária à altura. E é então que eles se envolvem em uma relação intensa e conturbada, que pode acabar levando-os à loucura.
Editora: Verus
Avaliação:

A primeira coisa a falar na resenha de hoje é que eu não gostei do livro, não me arrependo de ter lido, porém a história contém vários pontos que não me agradam enquanto uma leitora. Eu ganhei esse livro em um evento literário e já estava algum tempo curiosa para ler e conhecer essa história que tantas pessoas estavam falando, entretanto o tempo passou e o livro acabou um pouco esquecido na minha estante até o momento que eu resolvi dar uma chance a história de Abby e Travis. O modo como foram construídos esses dois personagens foi altamente decepcionante e nada animador, em alguns momentos eu achava que não conseguiria terminar o livro e foi por meio de muita insistência que eu consegui ler todo o livro.

Somos apresentados aos protagonistas dessa história logo no começo, e temos dois extremos opostos quando se trata de Abby e Travis. Abby é uma garota que tenta levar uma vida correta e fazer sua faculdade longe de seu passado sombrio, muito teimosa, e muito irritante. Travis é o badboy da universidade, forte e cheio de tatuagens não passa uma noite sem uma mulher diferente e participa de lutas clandestinas para conseguir dinheiro. Quando América e seu namorado, levam Abby a uma luta de Travis, a dupla explosiva se conhece porém ela não cede ao charme do garoto no começo e intrigado com essa resistência eles acabam começando um jogo de gato e rato com apostas altamente perigosas. A aposta que dá início a toda tensão entre o casal é a que Abby perde e tem que morar um mês no apartamento de Travis. Já não me agrada essa ideia desde o começo, por que tem tudo para dar errado, Abby está indo de encontro a várias coisas que ela mesma fugiu no seu passado, e não gosto nem um pouco de como essa relação se dá no apartamento dele e como ele continua se comportando.

A narrativa é fluída e me deixou curiosa em alguns momentos para continuar, em outras dava vontade de tacar o livro na parede de raiva (mas eu não o fiz, vamos manter os livros intactos e bem cuidados, livros são amor, mesmo quando você não curte tanto a história). A autora consegue desenvolver uma boa tensão romântica/sensual entre os protagonistas, porém é muito irreal como ele muda de pegador para homem de uma mulher só com a Abby e tenta mostrar a ela como ele gosta dela, algumas vezes de um jeito fofo, outras vezes de um jeito totalmente errado (como da vez que ele a tira de um jantar principalmente pelo prazer de saber que ainda tem influência sobre ela) e isso me tira do sério e me faz questionar como uma pessoa se deixa manipular assim, na minha opinião essa história poderia tomar rumos diferentes do que foi traçado pela autora, pois eu vejo uma força muito grande para manter o casal junto e uma repetição dos mesmos padrões: falta de dialogo, fugas cinematográficas da Abby, ciúme e possessão do Travis, inseguranças e falta de confiança, se repetem e tornaram-se um tanto cansativas. A relação do casal é totalmente coodependente e torta, em alguns momentos são puro amor, em outros não querem nem se ver, ele a persegue em festas e outros lugares, chegando a um ciúme doentio e cenas horríveis de ler. 

E o final da história me deixou mais irritada, por que muitas coisas não foram resolvidas, e mesmo assim parece que nenhum dos dois se importou e foram viver "felizes para sempre", não fui nem um pouco convencida pelo tipo de felicidade que eles encontraram. Foi uma construção artificial demais, forçaram que várias coisas acontecessem, deram justificativas fracas para o comportamento do Travis, que não me agradou. Enfim, acho que fui enganada pela premissa que o livro trás, achando que seria algo divertido, mas que na verdade não é aquilo que eu gosto de encontrar dentro de um livro. 
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10 de abril de 2018

[Série] Alexa e Katie: 3 motivos para assistir


Eu assisti Alexa e Katie por recomendação de uma amiga e adorei, pois os temas abordados são os que eu gosto e o modo como as relações familiares e amizades se desenvolvem nos poucos capítulos dessa primeira temporada é bem desenvolvido.

A série aborda a relação das amigas Alexa e Katie, que se conhecem a vida toda e agora que Alexa está com câncer Katie vai ficar ainda mais do lado da amiga e mostrar atitudes que provam que nada vai mudar entre elas e ela vai estar sempre ao lado dela para dar apoio e suporte nos momentos difíceis da doença. A série é uma produção da netflix e apresenta a doença de maneira leve e divertida, sem ser um eterno drama, porém ela ainda limita Alexa a realizar suas atividades e ter a vida normal de uma garota no ensino médio. Alexa também tem o apoio dos pais e do irmão para enfrentar a doença, sendo que em alguns momentos sua mãe é extremamente super protetora e não deixa a garota respirar, o que faz com que ela se rebele. 

Nesse post falarei 5 motivos que me fizeram adorar a série e ficar torcendo para a netflix produzir mais temporadas:

1) Alexa: Uma menina doce e forte que luta contra o câncer, mas que não quer ser determinada pela doença que possui, pelo contrário, ela tenta esconder a doença de todos para evitar os olhares de pena e não conseguir coisas sem o devido mérito. Gosto da personagem pela força que ela tem para enfrentar a doença numa época difícil que é a adolescência e a entrada no ensino médio, e também como em vários momentos ela da força a outros pacientes no hospital e ainda consegue tempo para se meter em algumas encrencas ao lado da sua melhor amiga. Alexa lida com a doença do seu próprio modo e não quer perder os momentos únicos pertencentes a adolescência e o ensino médio, e ainda arruma tempo para animar as crianças do hospital quando ela está em crise e precisa ficar em observação no ambiente, uma das cenas mais legais é o clipe que eles gravam no hospital, foi de muita sensibilidade e emocionante.



2) O valor da amizade: Como já disse antes Katie e Alexa são amigas desde sempre, e uma esta sempre ao lado da outra nos bons momentos e nas confusões. Ambas também tem algumas características opostas, enquanto Alexa quer se arriscar mais e por isso se meter em mais confusões, Katie é mais medrosa nesse quesito. Uma das cenas mais lindas e que ocorreu logo no começo do primeiro capitulo foi quando Katie raspou a cabeça em solidariedade a amiga que estava perdendo os cabelos, encorajando a amiga a fazer o mesmo, um ato espontâneo que representou muito na amizade das duas. Nota-se que é uma amizade verdadeira e que nada pode separar as duas amigas, porém ainda enfrentam alguns problemas da adolescência, se afastam em alguns momentos, mas logo buscam uma a outra para resolver os problemas.



3) Família: A família é afetada quando um membro tem câncer, a rotina muda, as atenções voltam-se para os cuidados necessários com a doença, mas o que não muda é o amor da família de Alexa por ela. Lori é uma mãe muito protetora e depois da doença se preocupa ainda mais com os cuidados com a filha, porém ela não deixa de ser uma mãe amorosa para Alexa e Lucas e cuida do lar para que todos fiquem unidos e se apoiem. Enquanto na família de Katie temos uma mãe que batalha para sustentar os filhos sozinha, já que o pai dela viaja muito, o lar também é rodeado de amor e ela tem o irmão mais fofo e engraçado: Jake (se eu não estou trocando o nome do personagem, sou mestre em fazer isso).



Enfim, é uma série que nos leva a reflexão, contém alguns momentos engraçados devido a personalidade irreverente da protagonista. Também podemos ver que o câncer ou outras doenças graves não são o fim da linha, que a pessoa doente pode sim rir, fazer piadas, dançar, viver com a doença sem receber olhares de pena o tempo todo. Vale a pena conferir assistir a série e curtir uma das relações de amizade mais linda e encantadora que eu já vi sendo narrada com delicadeza e sinceridade.
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7 de abril de 2018

Momento para relaxar!


Durante a semana nós passamos por diversos momentos, alguns bons, outros nem tantos, por vezes temos que enfrentar algum stress, ou temos que superar um obstáculo, mas o que fazer naquele    tempinho livre no fim da noite ou no fim de semana para relaxar e se desligar do resto do mundo?

Venho nesse post trazer algumas coisas que eu gosto de fazer não só para relaxar, mas também que me trazem conforto ao coração quando preciso.

1) Ler meu gênero favorito: Ler já é uma paixão que cultivo faz algum tempo, entretanto quando preciso de um conforto a mais eu recorro ao meu gênero favorito: romance. Nele temos mocinhas tímidas, outras a frente do seu tempo, outras determinadas, algumas que só estão ali pela comida (certo, América?). Não deixando de falar dos mocinhos da história que se tornam nossos eternos crushs, e essa lista não para de crescer graças a autores que escrevem personagens maravilhosos e encantadores. 

Alguns livros que eu recomendo: O lado bom da vida, A culpa é das estrelas, Trilogia: Não Pare, Série Perdida, A Seleção, Easy, Beleza Perdida.

2) Ver uma boa comédia: Tem momentos em que a nossa mente está cansada para livros e quer apenas assistir alguma coisa para distrair, não ficar remoendo os problemas e se distanciar do mundo real. Eu gosto bastante de comédias com cachorros, no estilo Bethoveen (acho que eu tenho um lado felícia, quem foi criança nos anos 90 entenderá), também curto filmes de natal e outras datas festivas bem no estilo sessão da tarde, e comédias românticas. 


Saindo dos filmes e indo para séries posso citar duas confort séries que eu não me canso de assistir: Friends e Gilmore Girls. A primeira enfoca no relacionamento de 6 amigos em Nova York e como eles vão crescendo e amadurecendo com as experiências que vivem, ou não. A segunda aborda o relacionamento mãe e filha de Lorelai e Rory Gilmore, que é baseado em muita amizade e confiança, diferente do que Lorelai possuía com a sua mãe, logo vemos muitas questões familiares abordadas e questões referentes ao crescimento e desenvolvimento de Rory.

Alguns filmes que recomendo: Bethoveen 1 e 2 (o clássico), A princesa prometida, Tudo que uma garota quer, O casamento grego 1 e 2, Mamma Mia, Curtindo a vida adoidado, Muito bem acompanhada, O príncipe do Natal, Esqueceram de mim 1 e 2, Ela e os caras.

3) Ouvir minhas músicas favoritas: Quando quero simplesmente ficar no meu canto e viajar pelas melodias e letras escolho a playlist certa e me deixo levar pela sonoridade e emoção do cantor a cada nota. Não há um estilo favorito único que me faça sentir bem, às vezes eu demoro a achar a música certa para relaxar, as vezes sei exatamente a música que vai me trazer calma ao coração. Uma música é capaz de transmitir emoções, sentimentos, paz, alegria, tristeza, dor, e de acordo com o momento que me encontro percorro um caminho mais alegre, calmo, entusiasmado ou dolorido para escolher aquilo que vai me fazer bem. A seguir vou fazer uma lista com 5 músicas que sempre me confortam nas mais diversas situações.


I - Ventania - Pedro Mariano

Bônus: Really Don't care (Demi Lovato), Beauty and The Beast, L'amore (Sonohra), Corazón Partio (Alejandro Sanz).

Essa foi a minha lista de coisas que me fazem relaxar, cada uma tem seu momento, mas todas são muito eficientes para me entreter. E vocês o que leem, veem ou ouvem quando querem relaxar? Já conhecem algum dos livros, filmes ou músicas citadas na postagem? Recomendam algo novo para que eu conheça? Deixem seu comentário ao final do post para que possamos interagir. 
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4 de abril de 2018

[Série] Supergirl

Recentemente eu estava procurando algo novo para ver, visto que já havia terminado de assistir a todas temporadas das séries que assistia. Fui assistindo algumas séries, mas nenhuma prendia a minha atenção ou era interessante o suficiente para que eu visse mais do que alguns episódios sem enjoar, até que finalmente eu encontrei Supergirl. Logo eu estava fascinada pela força de vontade e o desejo da Supergirl em poder fazer o seu melhor, uma vontade imensa de salvar as outras pessoas sempre colocando o bem estar da terra antes de tudo. 

A Kara Zor-El foi enviada para terra para proteger e criar o seu primo Kal-el , só que a sua nave para na zona fantasma e quando ela finalmente chega a terra seu primo já havia crescido e se tornado o superman, ou seja, ela não tinha mais uma missão para ser cumprida. Seu primo a leva para a família que o criou para que ela seja cuidada e leve uma vida normal na terra, entretanto um acidente faz com que ela entre e ação e mostra-se para o mundo. Depois desse dia nada mais fica normal, ela então passa a dividir seu tempo como Kara Danvers assistente da Cat Grant e a jornada de Supergirl, salvando a chefe em alguns momentos e aprendendo valiosas lições sobre amizade, amor, escolhas, a vida, e compreendendo que o seu destino é ajudar as pessoas, mostrando que seus valores são mais sólidos que uma rocha.



A cada episódio acompanhamos as evoluções da protagonista, o crescimento da sua força, do seu empoderamento diante das questões e o sempre crescente desejo de ajudar as pessoas, salvar os outros das invasões e ataques alienígenas é sua prioridade e para isso ela tem um grande time de apoio. Primeiramente a sua família que a ensinou os valores que possui e a criou para ser uma boa pessoa. Depois vem a D.O.E. e seus amigos, Will e James, que também possuem seu lado herói e agem como tal em vários capítulos. A D.O.E. trabalha protegendo a terra das invasões alienígenas, seu diretor de ações é o Hank Hanshaw e ele cuida muito bem das suas missões enquanto tem um time de elite ao seu lado para monitorar as possíveis ameaças, esse time é integrado pela irmã de Kara Alex Danvers, uma jovem destemida que não tem medo de enfrentar os piores monstros, porém ainda possui inseguranças na vida amorosa que ela precisará superar. 

Supergirl foi uma série que me conquistou de primeira, pois tem ação, aventura, romance, olhares diferentes sobre a terra, e também aborda a tolerância, o respeito as diferenças seja com extraterrestres ou as diferenças que já possuímos aqui na terra e muitas vezes são motivo de discórdia e disseminação de ódio. Kara Danvers é uma protagonista forte, mas que também possui seu lado doce e família, o qual é compartilhado com sua família e amigos próximos: Will, James e Lena Luthor. Will e James são amigos do trabalho de Kara e não medem esforços para ajudar e dar força a amiga nos momentos mais difíceis, enquanto Lena esta tentando reconstuir a imagem da empresa da família a qual o irmão manchou com sua loucura, ela acaba se aproximando da supergirl por ser salva pela mesma e sua tecnologia a ajuda a combater o mal em alguns momentos, logo vemos que apesar de uma Luthor ela ainda tenta fazer o que é certo para o planeta. Os personagens estão bem desenvolvidos, a trama também, e aos poucos os vilões vão sendo revelados, temos vilões da terra, a Cadmus, daxamitas, entre outros que tentam a seu modo errado fazer o "melhor" pela terra ou querem destruir o planeta não importa o custo. Vale a pena assistir supergirl, que atualmente possui três temporadas gravadas e foi renovada. 
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23 de março de 2018

[Sessão Pipoca] O casamento do meu melhor amigo

Título: O casamento do meu melhor amigo
Diretor: P. J. Hogan
Elenco: Julia Roberts, Dermot Mulroney, Cameron Diaz, Rupert Everett, Philip Bosco.
Distribuidor: Columbia Pictures Brasil

O casamento do meu melhor amigo é um filme que me marcou muito e eu sempre gosto de rever quando tenho a oportunidade. Adoro a história de Juliane e me divirto acompanhando o pequeno monstro que ela se torna para impedir o casamento do seu melhor amigo Michael por quem era secretamente apaixonada a anos e nunca teve coragem de assumir esse sentimento. Acho que nunca vou me cansar desse filme, mesmo que eu já saiba todas as falas ou saiba o filme todo.

Tudo isso acontece durante uma cerimônia de casamento tradicional que dura quatro dias, entre almoços, ensaios e outros eventos preparativos para o casamento. O filme se torna uma comédia romântica muito divertida e repleto de momentos engraçados, como a cena inesquecível do restaurante onde todos cantam "I say a little prayer for you".

Juliane e Michael são amigos a nove anos e alguns anos fizeram uma promessa que se até os 28 anos não estivessem casados iriam se casar, e essa data está se aproximando aumentando as esperanças dela de se casar com o homem que ama. Entretanto quando ela recebe um telefonema do seu melhor amigo recebe um choque de realidade e chega até a cair no chão com o baque da notícia, Michael revela que irá se casar no próximo fim de semana e quer a amiga presente no casamento. Juliane, então, decide ir ao casamento para roubar o noivo.



Em meio as comemorações ela tem que enfrentar as duas primas loucas de Kimmy, a noiva preocupada com a sua presença, uma família completamente desconhecida e ainda tentar arrumar um tempo para ficar sozinha com Michael, o que não é nada fácil. Juliane tem apoio de George nos momentos de crise, e ele chega até a voar até o encontro da amiga para ajudar e entra numa roubada por que ela acaba falando que ele é seu noivo. Entretanto George não deixa barato e também a coloca em uma saia justa enquanto conquista a simpatia da família da noiva.

É uma das minhas comédias românticas favoritas, e não é a primeira vez que falo dela no blog, o filme entrou para o meu top 5 filmes de casamentos, que eu também adoro. Me divirto acompanhando Julie tentando bolar planos para separar Michael e Kimmy através das diferenças de mundo deles, já que ele é um jornalista esportivo e ela é filha de um empresário que possui um canal de tv, porém todos os seus planos acabavam aproximando ainda mais o casal. Uma lição valiosa que o filme deixa é que as coisas tem seu momento para acontecer, e se você não as realiza o momento passa e a chance é perdida. Então, recomendo o filme para uma sessão pipoca que com certeza vai garantir muitas risadas, vai te emocionar e ver que não podemos deixar o momento passar, pois pode ser tarde demais. 
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20 de março de 2018

Enquanto houver sol...


Não escreva seus sonhos na areia, o mar irá leva-los.
Não espere a inspiração para fazer algo, tente várias vezes que uma hora irá dar certo. 

Durante algum tempo eu permaneci parada no mesmo lugar buscando respostas que nunca chegavam, queria estar fazendo algo, mas queria acertar de primeira e não é assim que as coisas funcionam. Na vida aprendemos a escrever errando, algumas vezes já tiramos nota baixa no colégio, não fomos tão bem numa apresentação oral, nem sempre passamos de primeira no vestibular, e temos que lidar com esses fatos sem vê-los como o fim do mundo. A vida é feita de erros, acertos, sonhos, frustrações, amor, raiva, tristeza, alegria, ou seja, de sentimentos que compõem as emoções humanas e é muito importante lidar com ele para formarmos nosso caráter e construirmos um dia melhor a cada momento que estamos vivendo.

Nesse momento estou disposta a arriscar mais e encarar mudanças mais efetivas, mas não teria chegado a esse ponto sem passar pela fase estática e por todas as experiências que aconteceram durante o marasmo da vida. Sinto que cada vez mais eu me descubro, encontro novamente com os sonhos que estavam adormecidos na memória, encontro neles a motivação para seguir sempre em frente. Cada um tem que se colocar diante de um espelho e olhar para dentro de si para encontrar a sua motivação para realizar seus sonhos, não digo que é fácil encontra-la, mas é um caminho pelo qual precisamos passar para tornar nossos dias melhores e não apenas vivermos mecanicamente como se fossemos mais uma peça mecânica sem sentimentos, desejos ou sonhos.



A cada dia aprendemos algo novo, tanto no meio acadêmico quanto em rodas de amigos, aprendemos que o eu de hoje não será mais o mesmo de amanhã, e que a tristeza de hoje pode ser substituída por felicidade amanhã. Só cabe a mim fazer as mudanças necessárias para que os dias seguintes sejam melhores e mais produtivas, cabe a mim retirar as pedras no caminho, e superar as dificuldades apresentadas. Aprendemos também a usar nossa voz para alcançar nossos objetivos, para nos fazermos ouvidos em meio a tanto barulho, para representar aquilo que estamos sentindo. A nossa voz é um bem precioso que temos para ministrar nossas relações pessoais e profissionais, é o nosso meio de comunicação único e mais importante, pois através dela podemos promover as mudanças que almejamos. Agora eu sei que vou seguir em frente com a cabeça erguida e conquistar aquela parte que me faz falta, a parte de mim mesma que foi deixada para depois, mas que precisa ser resgatada para o presente. A vida não espera por ninguém, já passaram quase três meses que o ano começou e o que você fez até agora? Eu sei o que fiz, e quais planos estou colocando ação para alcançar meus sonhos, um deles é seguir escrevendo e esse blog tem mantido a chama acesa, os outros guardo para mim, pois são pessoais. As palavras sempre foram uma boa companhia e têm mantido meu coração aquecido, seja na companhia de livros ou dos meus próprios textos, para que seja possível escrever novos rumos, novas histórias e novas experiências. E para você o que mantém a sua chama acesa? Encontre-a e faça o melhor para você.
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15 de março de 2018

[Sessão Pipoca] A princesa prometida

Título: A princesa prometida
Diretor: Rob Reiner
Elenco: Cary Elwes, Robin Wright, Christopher Guest, Mandy Patinkin, Chris Saradon, Peter Falk, Fred Savage, Billy Cristal, 
Distribuidor: Fox Film Brasil
Classificação: Livre.

Sou apaixonada por romances, e nesta semana eu resolvi rever um filme contém um amor lindo e puro: A princesa prometida. 

Buttercup e o menino do campo, que na verdade era o jovem rapaz que a ajudava sempre com o brilho nos olhos e um amor devotado a jovem de cabelos dourados se descobrem apaixonados e o rapaz acaba fazendo uma escolha difícil para poder manter esse amor. Como o garoto era pobre, ele sai em busca de dinheiro para poder realizar o casamento e cuidar do seu amor, prometendo voltar para que pudessem enfim casar. Entretanto as noticias que correm algum tempo depois é de que o jovem Westley havia sido morto por um infame pirata. Então ela acaba decidindo se casar com um príncipe, que na verdade estava mais para sapo, pois com o intuito de começar uma guerra manda sequestrarem a sua futura esposa, entretanto os sequestradores não contavam com a aparição de um jovem misterioso seguindo o grupo de sequestradores. 

O jovem misterioso acaba derrotando os três sequestradores em atos de bravura e inteligência. O primeiro, Inigo Montoya foi derrotado na esgrima, o segundo foi derrotado numa luta corpo a corpo onde ele descobriu o ponto fraco do gigante, e o terceiro, Vizzini, que era o mentor foi derrotado por um forte veneno em um jogo de astucia do guerreiro que tanto desejava a princesa. E agora ele está com a princesa, estragando os planos do príncipe. Logo começa a guiar a garota o mais longe possível, mesmo com o príncipe seguindo seus rastros. Então assim começa a aventura dos dois, ele sempre tentando conversar e descobrir o motivo do casamento, aos poucos ela fala do passado e depois de um tempo descobre que na verdade ela estava esse tempo todo com o seu amado Westley. Logo começam uma aventura no pântano de fogo, seguida por outros perigos para que o casal consiga fugir e começar uma nova vida. Entretanto acabam sendo pegos pelo príncipe e Buttercup volta ao castelo, e Westley é feito prisioneiro do reino.

Em meio a essa desventura a história tem sua reviravolta e meu coração ficou na boca enquanto Westley sofria nas mãos do príncipe e seu destino era incerto. Então a cada novo momento acompanhei a história atenta para não perder nenhum detalhe e torcendo sempre para que apesar das dificuldades os protagonistas conseguissem vencer e conquistar o seu felizes para sempre.

É um filme que tem a dose certa de fantasia, aventura e romance. Temos criaturas mágicas presentes, pântano de fogo, ratos de tamanho humano, magos, e a magia do amor que é capaz de superar qualquer barreira. É um filme para toda família, e, é impossível não se apaixonar pelos personagens  e pelo modo como a narrativa se desenvolve. O protagonista da história passa por muitas transformações e tomou o lugar de um pirata infame, assim ganhando mais personalidade e vida conforme o filme se desenvolve. Buttercup também cresce e torna-se mais forte e fiel ao seu amor não importa as condições e as falsas esperanças que o príncipe lhe da sobre o paradeiro do seu verdadeiro amor. É um filme bonito e divertido, acompanhei as aventuras e desventuras do casal protagonista ansiosa para ver como eles se sairiam diante das dificuldades, recomendo que vocês assistam.
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13 de março de 2018

Resenha: O sofá laranja

Título: O sofá laranja
Autora: Fania Benchimol
Sinopse: Um maço de cartas é encontrado por entre as folhagens do Central Park, em Nova York. Todas as mensagens são assinadas por uma mesma mulher, Susan, e endereçadas a um mesmo homem, Sam. E todas foram escritas num mesmo mês: janeiro de 2002. “O inverno é penoso e te escrever quase me faz sentir corajosa, valente de um jeito que nunca precisei”, descreve a primeira missiva da série.

Mas quem é Susan, que assina todas aquelas cartas? E Sam, o destinatário silencioso? Quais laços os unem, e quais segredos ainda pesam sobre a memória de uma vida em comum? Ao reproduzir essa peculiar correspondência, O sofá laranja vai montando um delicado quebra-cabeças, que desvenda aos poucos a face de ambos os personagens e a rede de tensões e afetos que constrói a sua história em comum.

Susan e Sam viveram juntos por quarenta e sete anos, seis meses e quatorze dias, revela uma das cartas. Compraram, com certo esforço, um sofá laranja, testemunha aconchegante das metamorfoses da vida. Tiveram uma única filha, Glória, que agora visita a mãe ao lado de um rapaz magro e esquisito. Gostavam de comer cookies e de tomar chá juntos. Mas, nas mensagens de Susan, é a ausência de Sam que se destaca. Ao narrar para o ex-companheiro os detalhes de sua rotina solitária, ela vai construindo também um sutil suspense em torno dos passos que a levaram à solidão. Um segredo ronda as linhas escritas pela missivista – que mistério será esse?
Editora: Tinta Negra
Avaliação: 

O sofá laranja é um romance epistolar escrito através de cartas encontradas no central park. As cartas são escritas por Susan a Sam. Nelas Susan descreve um pouco da sua rotina, passando pelas memórias do passado e do marido que ainda permanecem na sua mente. A história narrada pelas cartas vai revelando aos poucos os fatos que aconteceram na vida de Susan, com o passar do tempo descobrimos que Sam foi seu marido e que foi no sofá laranja comprado logo após o casamento que esteve presente em vários momentos de união em família. 

Com o passar dos dias na carta vemos como a vida de Susan se tornou solitária, os fatos eram praticamente os mesmos, as visitas eram uma rotina semanal para não quebrar-se velhos hábitos, ela havia também alugado um quarto para uma moça japonesa para ajudar nas despesas, e aos poucos vamos construindo o quebra-cabeça que compõe esse romance epistolar.

Além de contar do dia a dia nas cartas Susan relembra o passado e em dado momento percebemos que também há um segredo escondido em meio a tantos anos de relacionamento, que me surpreendeu e me fez repensar em tudo que eu já tinha lido até o momento. 

É um livro pequeno, mas de uma leitura intensa e repleta de emoção. Através da sensibilidade com que Susan expõe a sua solidão viajamos com ela para dentro das cartas e sentamos no sofá laranja como expectadores da verdade daqueles sentimentos relatados a cada página, e vemos como uma tragédia como a de 11 de setembro pode afetar imensamente e é esse o grande fator que tornou Susan uma mulher solitária que vive através de lembranças e memórias num presente repetitivo e cansativo. Recomendo a leitura, pois o livro contém um certo mistério, uma escrita sensível e cartas inesquecíveis feitas com amor e solidão.
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